Efectivamente aqui está outra perspectiva de vida!
Há determinados filmes ou livros que me levam irremediavelmente a pensar que poderia ter feto mais coisas na minha vida. Poderia ter sido uma vida mais cheia ou completa
Acaba por ser sempre uma atitude critica ao percurso de vida…
Acabo por sentir um certo vazio nostálgico de que em determinadas alturas poderia ter feito mais, ou diferente, mais empenhado ou actuante…
No fundo ter sido mais gerador de acontecimentos do que aquilo que fui!
Talvez a minha paciência com a vida me tenha levado a fazer este percurso!?
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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Jantar de homens...
Apenas eu e o meu filho (15 anos) e muita conversa sobre a vida, ou o sentido dela…No final, já no carro de volta a casa, ofereci-lhe um pequeno livro que tinha comprado, com outro propósito, numa estação de correios perto de casa. Integridade era o seu título.
Decidi empenhar-me, conscientemente, em criar filhos responsáveis!
Ou mais do que isso, filhos íntegros!
Esta postura, que acaba por não constituir em si uma novidade, acaba por ganhar clareza face a tudo o que a vida me ensinou.
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
OPTIMISMO vrs DESIDEOLOGIA

Buscando dicas que deixei nos comentários da Mimanora…
Pergunto-me será o Optimismo o Anti-Sentido da vida?
Palavras do dicionário…
OPTIMISMO
Optimismo caracteriza-se por ser uma forma de pensamento. É sinónimo de pensamento positivo, ou seja, uma pessoa optimista é uma pessoa que vê as coisas pelo lado bom.Cientificamente, já foi comprovado que o optimismo pode entardecer o processo de uma doença. Estudos revelam que pessoas optimistas na sua recuperação conseguem viver por mais tempo. Isso devido à ligação entre nosso sistema nervoso e sistema imunológico.
Palavras que não constam no dicionário… mas fazem falta!
DESIDEOLOGIA
Acto de desilusão, onde as expectativas colocadas não foram atingidas.Acto de criar uma ilusão sobre um determinado facto ou pessoa, viver olhando constantemente essa mesma ilusão e mais tarde deparar-se que afinal a realidade é diferente daquilo que sempre se quis ou sonhou.
Pergunto-me será o Optimismo o Anti-Sentido da vida?
Palavras do dicionário…
OPTIMISMO
Optimismo caracteriza-se por ser uma forma de pensamento. É sinónimo de pensamento positivo, ou seja, uma pessoa optimista é uma pessoa que vê as coisas pelo lado bom.Cientificamente, já foi comprovado que o optimismo pode entardecer o processo de uma doença. Estudos revelam que pessoas optimistas na sua recuperação conseguem viver por mais tempo. Isso devido à ligação entre nosso sistema nervoso e sistema imunológico.
Palavras que não constam no dicionário… mas fazem falta!
DESIDEOLOGIA
Acto de desilusão, onde as expectativas colocadas não foram atingidas.Acto de criar uma ilusão sobre um determinado facto ou pessoa, viver olhando constantemente essa mesma ilusão e mais tarde deparar-se que afinal a realidade é diferente daquilo que sempre se quis ou sonhou.
terça-feira, 25 de novembro de 2008
DECEPÇÕES
Uma Amiga minha enviou-me este texto, de autor desconhecido que convosco partilho!
Você já teve alguma decepção na vida?
Dificilmente alguém passa pela existência sem sofrer uma desilusão, ou ter alguma surpresa desagradável em algum momento da caminhada.
Podemos dizer que o sabor de uma decepção é amargo e traz consigo um punhal invisível que dilacera as fibras mais subtis da alma.
Isso acontece porque nós só nos decepcionamos com as pessoas em quem investimos os nossos mais puros sentimentos de confiança e amor.
Pode ser um amigo, a quem entregamos o coração e que de um momento para outro passa a ter um comportamento diferente, duvidando da nossa sinceridade, do nosso afecto, da nossa dedicação, da nossa lealdade...
Também pode ser a alma que elegemos para compartilhar conosco a vida, e que um dia chega e nos diz que o amor acabou, que já não fazemos mais parte da sua história...
Que outra pessoa agora ocupa o nosso lugar.
Ou alguém que escolhemos como modelo digno de ser seguido e que vemos escorregando nas valas da mentira ou da traição, desdita que nos infelicita e nos arranca lágrimas quentes e doloridas, como chama que queima sem consumir.
Enfim, só os nossos amores são capazes de nos ferir com a espada da decepção, pois os estranhos não têm esse trágico poder, já que seus actos não nos causam nenhuma impressão.
Assim, valem a pena algumas reflexões a esse respeito para que não nos deixemos atingir pela cruel espada da desilusão.
Para tanto, podemos começar levando em conta que, assim como nós, nossos amores também não são perfeitos.
E que, geralmente, não nos prometem santidade ou eterna fidelidade.
Nunca nos disseram que serão eternamente a mesma pessoa e que jamais nos causariam decepções.
Nós é que queremos que sejam como os idealizamos.
Assim nos iludimos.
Mas só se desilude quem está iludido.
Importante que pensemos bem a esse respeito, imunizando a nossa alma com o antídoto eficaz do entendimento.
Importante que usemos sempre o escudo do perdão para impedir que os actos infelizes dos outros nos causem tanto sofrimento.
Importante, ainda, que façamos uso dos óculos da lucidez, que nos permitem ver os factos em sua real dimensão e importância, evitando dores exageradas.
A ilusão é como uma névoa que nos embaraça a visão, distorcendo as imagens e os factos que estão a nossa frente.
E a decepção nada mais é do que perceber que se estava iludido, enganado sobre algo ou alguém.
Assim, se você está amargando a dor de uma desilusão, agradeça a Deus por ter retirado dos seus olhos os empecilhos que lhe toldavam avisão.
Passe a gostar das pessoas como elas são e não como você gostaria que elas fossem.
Considere que você também já deve ter ferido alguém com o punhal da decepção, mesmo não tendo a intenção, e talvez sem se dar conta disso.
Por todas essas razões, pense um pouco mais e espante essa tristeza do olhar...
Enxugue as lágrimas e siga em frente... sem ilusões.
***
Aprenda a valorizar nas pessoas as suas marcas positivas.
Lembre-se de que cada um dá o que tem, o que pode oferecer.
Uns oferecem o ácido da traição, o engodo da hipocrisia, o fel da ingratidão, pois é o que alimentam na alma.
Mas, seja você a cultivar em seu jardim interior as flores da lealdade, do afecto, da compreensão, da honestidade, para ofertar a todos aqueles que cruzarem o seu caminho.
Seja você alguém incapaz de ferir ou provocar sofrimentos nos seres que caminham ao seu lado.
Autor Desconhecido
Você já teve alguma decepção na vida?
Dificilmente alguém passa pela existência sem sofrer uma desilusão, ou ter alguma surpresa desagradável em algum momento da caminhada.
Podemos dizer que o sabor de uma decepção é amargo e traz consigo um punhal invisível que dilacera as fibras mais subtis da alma.
Isso acontece porque nós só nos decepcionamos com as pessoas em quem investimos os nossos mais puros sentimentos de confiança e amor.
Pode ser um amigo, a quem entregamos o coração e que de um momento para outro passa a ter um comportamento diferente, duvidando da nossa sinceridade, do nosso afecto, da nossa dedicação, da nossa lealdade...
Também pode ser a alma que elegemos para compartilhar conosco a vida, e que um dia chega e nos diz que o amor acabou, que já não fazemos mais parte da sua história...
Que outra pessoa agora ocupa o nosso lugar.
Ou alguém que escolhemos como modelo digno de ser seguido e que vemos escorregando nas valas da mentira ou da traição, desdita que nos infelicita e nos arranca lágrimas quentes e doloridas, como chama que queima sem consumir.
Enfim, só os nossos amores são capazes de nos ferir com a espada da decepção, pois os estranhos não têm esse trágico poder, já que seus actos não nos causam nenhuma impressão.
Assim, valem a pena algumas reflexões a esse respeito para que não nos deixemos atingir pela cruel espada da desilusão.
Para tanto, podemos começar levando em conta que, assim como nós, nossos amores também não são perfeitos.
E que, geralmente, não nos prometem santidade ou eterna fidelidade.
Nunca nos disseram que serão eternamente a mesma pessoa e que jamais nos causariam decepções.
Nós é que queremos que sejam como os idealizamos.
Assim nos iludimos.
Mas só se desilude quem está iludido.
Importante que pensemos bem a esse respeito, imunizando a nossa alma com o antídoto eficaz do entendimento.
Importante que usemos sempre o escudo do perdão para impedir que os actos infelizes dos outros nos causem tanto sofrimento.
Importante, ainda, que façamos uso dos óculos da lucidez, que nos permitem ver os factos em sua real dimensão e importância, evitando dores exageradas.
A ilusão é como uma névoa que nos embaraça a visão, distorcendo as imagens e os factos que estão a nossa frente.
E a decepção nada mais é do que perceber que se estava iludido, enganado sobre algo ou alguém.
Assim, se você está amargando a dor de uma desilusão, agradeça a Deus por ter retirado dos seus olhos os empecilhos que lhe toldavam avisão.
Passe a gostar das pessoas como elas são e não como você gostaria que elas fossem.
Considere que você também já deve ter ferido alguém com o punhal da decepção, mesmo não tendo a intenção, e talvez sem se dar conta disso.
Por todas essas razões, pense um pouco mais e espante essa tristeza do olhar...
Enxugue as lágrimas e siga em frente... sem ilusões.
***
Aprenda a valorizar nas pessoas as suas marcas positivas.
Lembre-se de que cada um dá o que tem, o que pode oferecer.
Uns oferecem o ácido da traição, o engodo da hipocrisia, o fel da ingratidão, pois é o que alimentam na alma.
Mas, seja você a cultivar em seu jardim interior as flores da lealdade, do afecto, da compreensão, da honestidade, para ofertar a todos aqueles que cruzarem o seu caminho.
Seja você alguém incapaz de ferir ou provocar sofrimentos nos seres que caminham ao seu lado.
Autor Desconhecido
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Defeitos
Num livro que ofereci à minha filha, intitulado «As meninas exemplares», escrito pela Condessa de Ségur, oferece em nota de abertura o seguinte comentário:
«As Meninas exemplares não foram criadas por mim; existem na realidade: são retratos; a prova está nas suas imperfeições. Têm defeitos, ligeiras sombras que fazem sobressair o encanto do retrato e atestam a existência do modelo»
«As Meninas exemplares não foram criadas por mim; existem na realidade: são retratos; a prova está nas suas imperfeições. Têm defeitos, ligeiras sombras que fazem sobressair o encanto do retrato e atestam a existência do modelo»
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
vidas...
No meio de post’s e comentários, acabei por verificar que de forma mais ou menos directa uma boa parte dos bloguistas anda um pouco por aqui partilhando as suas vidas e sentimentos...E efectivamente é fantástico… Quantas vezes, ao longo da nossa vida, não fomos tocados e não tocámos outros em conversas, simples atitudes, nos nossos blog’s, etc etc…
Não estamos aqui sozinhos, muitos acabamos por partilhar os mesmos problemas, anseios, preocupações, expectativas… vidas!
E isso é fantástico!
domingo, 26 de outubro de 2008
Respeito
Não duvido que o respeito que detemos perante os outros advém apenas daquilo que são os nossos mais nobres princípios, que se espelham até nas nossas mais pequenas atitudes quotidianas.
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Q.B.P.
Ao longo da nossa vida vamos conhecendo pessoas, criando amizades, fazendo Amigos, vivendo paixões e por vezes Amores verdadeiros.
As nossas relações com os outros dependem daquilo que seja a vontade comum em que as mesmas se estabelecem.
Como tal variam em função de vários factores que vão alterando com o tempo e que partem, na sua génese, da confiança que se vai gerando, baseada à partida numa empatia, e que tende a crescer para uma amizade alicerçada na Verdade, Honestidade e Sinceridade….
Mas estes valores são relativos, tal como a realidade!
A esta nossa maior ou menor necessidade de sentir e retirar partido da vida, chamaria de Q.B.P. – Quanto Basta Para.
E o Q.B.P. de cada um varia quer no seu modo de ver a vida quer nas relações que estabelece com os outros e na mais-valia que retira e atribui a essas mesmas relações.
Com a maturidade, ou com a vida o nosso Q.B.P. vai alterando, pois a nossa postura na vida evoluiu e transforma-se exactamente com aquilo que dela retiramos e/ou vivemos.
Os princípios pelos quais nos guiamos, ou diria até mais, o respeito que temos pelos nossos próprios princípios que nos leva a mais ou menos os seguir e implementar, constroem ou destroem as nossas relações, ou ainda reflectem o grau de profundidade que as mesmas conseguem atingir e consequentemente o respeito que temos por nós, pelos outros e vice-versa.
Diria que poderíamos atribuir percentagens diferentes aos nossos valores nas relações com os outros, pois as nossas relações variam
Desta forma e fazendo uma comparação de variação entre o vidro pintado e o vidro de cristal da Boémia, diria que as nossas relações nunca se encontram nestes “extremos” variando mais em superfícies de vidro opalinas ou translúcidas atingindo nas melhores relações o vidro transparente!
Por outro lado, na evolução da Amizade, aquilo que queremos dar de nós aos outros, contribui em grande parte para aquilo que pode ser o retorno e o incremento da relação no seu desenvolvimento.
As nossas relações com os outros dependem daquilo que seja a vontade comum em que as mesmas se estabelecem.
Como tal variam em função de vários factores que vão alterando com o tempo e que partem, na sua génese, da confiança que se vai gerando, baseada à partida numa empatia, e que tende a crescer para uma amizade alicerçada na Verdade, Honestidade e Sinceridade….
Mas estes valores são relativos, tal como a realidade!
A esta nossa maior ou menor necessidade de sentir e retirar partido da vida, chamaria de Q.B.P. – Quanto Basta Para.
E o Q.B.P. de cada um varia quer no seu modo de ver a vida quer nas relações que estabelece com os outros e na mais-valia que retira e atribui a essas mesmas relações.
Com a maturidade, ou com a vida o nosso Q.B.P. vai alterando, pois a nossa postura na vida evoluiu e transforma-se exactamente com aquilo que dela retiramos e/ou vivemos.
Os princípios pelos quais nos guiamos, ou diria até mais, o respeito que temos pelos nossos próprios princípios que nos leva a mais ou menos os seguir e implementar, constroem ou destroem as nossas relações, ou ainda reflectem o grau de profundidade que as mesmas conseguem atingir e consequentemente o respeito que temos por nós, pelos outros e vice-versa.
Diria que poderíamos atribuir percentagens diferentes aos nossos valores nas relações com os outros, pois as nossas relações variam
Desta forma e fazendo uma comparação de variação entre o vidro pintado e o vidro de cristal da Boémia, diria que as nossas relações nunca se encontram nestes “extremos” variando mais em superfícies de vidro opalinas ou translúcidas atingindo nas melhores relações o vidro transparente!
Por outro lado, na evolução da Amizade, aquilo que queremos dar de nós aos outros, contribui em grande parte para aquilo que pode ser o retorno e o incremento da relação no seu desenvolvimento.
terça-feira, 21 de outubro de 2008
Esperança
Ao procurar um ficheiro no computador, dei de caras com uma entrevista do DN com Francisco Allen Gomes datada de 22 de Junho de 2002 ...
(...)André Malraux nas suas anti-memórias faz uma conversa com um padre de uma zona montanhosa, junto à vila de onde Malraux era natural e pergunta:
Ó padre que é que lhe ensinaram 15 anos de confissão?
O padre pensa e disse “Em primeiro lugar que as pessoas sofrem muito mais do que se julga, e depois que não há grandes pessoas. Não por serem excessivamente perversas mas porque de facto se sofre muito”
É a sua visão?
O ser humano é um ser que sofre imenso. E tem que sofrer: o homem é a construção mais cruel da natureza. Nasce com um handicap horrível: primeiro sabe que inevitavelmente morre; segundo não sabe quando e terceiro não sabe o que lhe sucede depois de morrer.
Eu acrescentava um quarto: que não sabe o que lhe acontece até morrer:
Já viu temos de viver com isto. Por outro lado há quem diga que a natureza humana é má. Eu digo “Quem quiser ver como a natureza humana é basta assistir ao casamento de dois jovens”.
Como assim?
Vão fazer uma ligação que a maior parte das pessoas sabe como vai terminar. Eles mesmo, quando estão na igreja, sabem bem da vida: sabem que o pai e a mãe se divorciaram, que os amigos se divorciaram. Mas quando estão a dizer o sim, com toda a pompa e toda a jura, estão convictos de que com eles vai ser diferente. E isso é extraordinário.
(...)André Malraux nas suas anti-memórias faz uma conversa com um padre de uma zona montanhosa, junto à vila de onde Malraux era natural e pergunta:
Ó padre que é que lhe ensinaram 15 anos de confissão?
O padre pensa e disse “Em primeiro lugar que as pessoas sofrem muito mais do que se julga, e depois que não há grandes pessoas. Não por serem excessivamente perversas mas porque de facto se sofre muito”
É a sua visão?
O ser humano é um ser que sofre imenso. E tem que sofrer: o homem é a construção mais cruel da natureza. Nasce com um handicap horrível: primeiro sabe que inevitavelmente morre; segundo não sabe quando e terceiro não sabe o que lhe sucede depois de morrer.
Eu acrescentava um quarto: que não sabe o que lhe acontece até morrer:
Já viu temos de viver com isto. Por outro lado há quem diga que a natureza humana é má. Eu digo “Quem quiser ver como a natureza humana é basta assistir ao casamento de dois jovens”.
Como assim?
Vão fazer uma ligação que a maior parte das pessoas sabe como vai terminar. Eles mesmo, quando estão na igreja, sabem bem da vida: sabem que o pai e a mãe se divorciaram, que os amigos se divorciaram. Mas quando estão a dizer o sim, com toda a pompa e toda a jura, estão convictos de que com eles vai ser diferente. E isso é extraordinário.
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